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A Casa de Cera |
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Caríssimos: voltei ao mundo do cinema, não da melhor forma, mas pronto...
Foi ontem ver A Casa de Cera, um pseudo filme de terror, que, de terror, pouco tem. O filme é, basicamente uma grande chachada.
Um grupo de amigos vai a caminho do grande jogo da época e acabam por se perder, acampando perto de um depósito de animais mortos. Depois de uma visita inesperada durante a noite, decobrem que a correia de ventoinha de um dos carros se partiu e têm de arranjar outra. É assim que vão ter a Ambrose, a cidade da famosa casa de cera de Trudy. Aí, descobrem que uma aura de mistério envolve a cidade, controlada pelos dois filhos gémeos de Trudy. Os protagonistas envolvem-se na história, sendo que parte deles é também transformada em figuras de cera, como seria de calcular... Depois de muito sangue, alguns gritos e um mar de cera, os heróis escapam, deixando no ar a hipótese de uma sequela (como acontece com qualquer filme de terror que se preze).
Os actores são desconhecidos (pelos menos eu não conhecia nenhum deles) e não se evidenciam especialmente, o argumento é sofrível e segue os moldes de todos os filmes de terror: personagens demasiado curiosas, que entram nos sítios mais tenebrosos, mexendo onde não devem, quando estão a fugir de alguma coisa, correm para cima e, pior do que tudo, tentam mudar os assassinos.
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