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Coisas que me irritam |
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Tiram-me do sério os "destroces" que existem aos magotes por esta e outras cidades de Portugal. E ainda mais me irrita quem sustenta este mal. Sim que esta praga é sustentada por todos aqueles que aceitam os arrumadores de uma forma leviana. Não aqueles que são solidários e gostam de ajudar os pedintes, mas aqueles que, automaticamente, pegam na moedinha quando estacionam o carro junto a um arrumador e lhe dá os trocos, pensando, assim, que nada de errado lhes acontecerá ao carro.
Se estes fulanos andassem a pedir no Metro, por certo não lhes dariam nem um cêntimo. Daí, eu referir que a entrega da moeda é automática. Enganem-se aqueles que julgam que o carro assim fica mais seguro. Os "destroces" mantém um lugar de "ataque" por isso não se arriscam a fazer mal a um carro. Por outro lado, não é ele que vos salva a viatura de ser roubada.
Todos eles se mantém nas nossas cidades porque as pessoas lhes dão moedas. Se existir um parque que tal não aconteça eles desaparecem!
Outra coisa que me irrita nos arrumadores é a "ajuda" na manobra. Das duas uma: ou eu sou um exímio das distancias entre carros e para tal não necessito de ajuda e com um bom controlo de embraiagem lá faço o que quero (coisa que eu não sou), ou, então, não é o "venha... venha... vire agora, destroce..." que vai facilitar. Cada um sabe das suas manobras e sempre se disse que o único condutor do carro é aquele que vai ao volante.
Por fim, estes fulanos não são como os outros que, inicialmente, começaram a aparecer em Lisboa. Aqueles que se encontravam à porta de um parque e corriam à nossa frente a indicar-nos um lugar. Isso, sim, é um serviço útil. Agora ficar parado junto a um lugar vazio e colocar o jornal enrolado no ar... Ora bolas para isto...
Um abraço resignado, Zoick
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