<body leftmargin="0" topmargin="0" marginheight="0" marginwidth="0"><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6539012\x26blogName\x3dZoickarias\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttps://zoick.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://zoick.blogspot.com/\x26vt\x3d4293026429224546229', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
 
Image hosted by Photobucket.com
sexta-feira, julho 08, 2005
Cinema II
Caríssimos:

Esta semana estamos em força.
Ontem fui ver dois grandes filmes, embora o sejam por razões bem diferentes.
Eis as minhas impressões:

Madagáscar
Tal como tem vindo a acontecer com os últimos filmes de animação que por aí se têm visto, este é mais um filme de animação voltado, principalmente, para o mercado adulto. Verdade seja dita, embora estivesse numa sala rodeada de crianças (apesar de ter ido ver a versão original), é com plena consciência dos factos que escrevo que fui a pessoa que mais se riu em toda a sala. Quem me conhece, sabe que isso não é muito difícil, mas, num filme de animação com uma sala cheia de crianças, creio que isto tem um sentido para além do que me é comum.
A vida nocturna do Zoo de Nova Iorque é-nos apresentada como qualquer criança imagina (eu pelo menos, imaginava uma coisa parecida, acho eu): os animais dão-se todos bem, falam a mesma língua e têm uma vida semelhante à nossa, humanos, quando não estamos a olhar para eles. Partindo desse princípio e do princípio que os animais (que são nossos amigos e nos divertem durante um belo dia passado no zoo) têm capacidade de raciocinar e sentir todas as alegrias, angústias e frustrações que nós também sentimos, somos arrastados para o mundo de Merman (a girafa hipocondríaca), Alex (o leão convencido), Marty (a zebra deprimida por estar encarcerada), Glória (a hipopótama sexy) e os 4 pinguins com mania dos planos.
A gargalhada é intensa, a descontracção reconfortante e o sentimento de liberdade com que permanecemos no final do filme é incontornável.
Uma dúvida permanece: alguém já ouviu falar, na zoologia, de uns animais chamados "Fossas"? Eu nunca. Mas atenção, que os há, HÁ. O Houaiss esclarece: "Mamífero feminino da família dos viverídeos, endémico de Madagáscar, de aspecto muito semelhante ao de alguns felinos, como o juguarundi ou a suçurana, e pelagem curta e macia, geralmente de cor castanho-avermelhada (alimenta-se especialmente de pequenos vertebrados)". Ora cá está: fossas, pois então!
Mas falemos dos pequenos vertebrados, cujo nome também não sei. Uma festa na selva, ao som de "I like to move it" é, sem dúvida, um momento hilariante, que nos contagia por toda a semana.
*****


Guerra dos Mundos
Mais um grande filme, por motivos bem diferentes. Reafirmando, mais uma vez, que o Sci Fi não é o meu género de eleição, cá estou eu, mais uma vez, a recomendar um filme deste género (qualquer dia acabo por converter-me).
Ao nível dos filmes que Spielberg nos tem oferecido, este Guerra dos Mundos une ainda o talento de Tom Cruise à genealidade do realizador, como já antes tinha acontecido, com resultados positivos.
Apesar de alguns pormenores americanóides dignos de qualquer filme deste género, como o sejam o facto de, apesar de todos os carros do país estarem parados e, já para não falar do facto de ele ter conseguido pôr um a trabalhar através da troca de uma bobina, existir sempre um caminho livre, entre os carros parados no meio da estrada, para o carro dele conseguir passar. Além disso, nas cenas de fuga aos raios mortíferos dos tripods (ou tripés), o nosso herói consegue sempre escapar ileso, apesar de todos os que se encontravam a correr ao seu lado serem destroçados por esses raios. Já agora, alguém conseguiu perceber como é que o filho dele conseguiu escapar àquela explosão incomensurável? E como é que um homem que nem sequer sabe a capital da Austrália consegue compreender todo o esquema dos extraterrestres, quando os outros parecem estar a milhas dessa compreensão?
Pormenores à parte, o filme prende-nos durante os 116 minutos que tempo, não se tornando maçudo nem entediante. Valha-nos a excelente realização de Spielberg e o desempenho de Cruise que, não sendo um dos meus actores preferidos, tem os seus momentos altos.
Sublinhemos o desempenho da jovem actriz que representa o papel da pequena Rachel que, sem qualquer sombra de dúvida, foi seleccionada pelos bons pulmões que tem, já que dois terços da sua actuação é passada a gritar. Força nesses pulmões, miúda. Vais longe.
****
   
 
Image hosted by Photobucket.com