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Já com a caixinha de música, tipo carrossel, na mão, estou pronta a falar sobre o Amor ou Consequência (Jeux d'Enfants), que vai estrear nas salas portuguesas na próxima quinta-feira, a par do tão aguardado episódio III da saga Guerra das Estrelas, a cuja ante-estreia não vou (1º porque tenho trabalho para fazer e 2º porque não tenho convite) - por essa crítica terão de esperar mais uns dias...
Mas vamos ao que interessa: Amor ou Consequência. Não dou cinco estrelas, como o colega Zoick, porque não percebi bem o final. Acho que preciso de voltar a vê-lo... Ainda assim, merece as quatro por mérito próprio.
Quem gostou de O Fabuloso Mundo de Amélie, com a irreverente Audrey Tautou no papel da doce e imaginativa Amélie Poulain, vai certamente apreciar mais esta cereja no cimo do bolo que é o cinema francês moderno - ainda assim continuo a preferir o hispânico.
Em traços gerais, o filme retrata a história de dois amigos que se unem pela exclusão e criam um jogo de desafios imaginativos, ousados e irreverentes, que, na maioria das vezes, os colocam em maus lençóis. Tudo se complica quando, já adultos, descobrem que estão apaixonados um pelo outro mas não conseguem perceber o que é o jogo e o que é a realidade.
Ideal para reflectir sobre as amizades e o enorme sentimento de vazio que se sente quando perdemos um grande amigo.
Vale, sem qualquer sombra de dúvida, o dinheiro do bilhete de cinema. ****. Vão ver, e depois deixem o vosso comentário, topam?
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