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Posta lamechas |
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ATENÇÃO: avisam-se os navegadores menos lamechas e com pouca paciência para este tipo de postas a saltarem para a seguinte!
Este fim-de-semana o bebé esteve cá por cima. E devido aos festejos lampiões ele acabou por ficar até ontem, terça-feira, o que eu achei maravilhoso, pois, só o voltarei a ver no dia 8 de Junho. Até há 9 meses atrás não me imaginava com uma relação à distância, ou melhor, um namoro aos fins-de-semana. Julgava serem impossíveis devido ao afastamento. por outro lado assustava-me um namorado que morasse na porta ao lado. Sempre fui muito egoísta em relação ao meu tempo e organizava-o de forma a dividi-lo com os amigos. Por isso, o ideal, seria um namorado a viver a uns 30 kms, onde pudesse estar perto quando as saudades apertassem ou em outros momentos planeados, como por exemplo o fim-de-semana, mas nunca a toda a hora que pudesse aparecer lá por casa quando menos esperasse, sem aviso prévio. OK, chamem-me as piores coisas, mas era a verdade. E quando estas coisas não aconteciam as relações deterioravam-se até terminarem.
Hoje, a minha forma de estar em relação a este assunto é muito diferente. Inesperadamente o bebé ficou até terça-feira e acham que me aborreci por isso? Não! Antes pelo contrário. Ontem, quando ele saiu, depois de almoço, comecei logo por sentir um vazio enorme e quando cheguei a casa foi pior ainda. Não tinham passado 5 horas e já sentia bastante a sua falta. O pior é que não sei como vou conseguir ultrapassar estas duas semanas até o voltar a ver, ainda por cima, com um fim-de-semana prolongado como o próximo. Sinto algo que nunca senti por ninguém (e desculpem se isto doer a alguém que venha a ler isto, mas não o posso evitar) cheio de certezas e ao mesmo tempo confuso. Confuso porque é a primeira vez que estou a lidar com isto e há alturas em que acho que estou louco e outras onde essa loucura leva a actos que tem alterado a minha vida. Mas são confusões que me tornam feliz. Desculpem os meus amigos se tenho tido menos tempo para vocês, mas como já disse é que ando louco e quando o bebé está, esqueço tudo o resto.
Nunca amei ninguém como te amo bebé (aliás, acho que nunca cheguei a amar alguém a não ser agora) e é por isso que cometo loucuras, como esta declaração pública. Pensei se a deveria escrever aqui ou não. Por um lado a sensatez diria que o deveria dizer só a ti, por outro lado é a minha loucura que leva a fazer isto. Só espero que aceites estes dois estados de alma, de que te falo, com leviandade e ou mesmo tempo que sintas que tudo isto é verdade.
Bem, no entretanto e devido à tua ausência resta-me ouvir a Natalie Imbruglia com esta música.
Um abraço saudoso, Zoick
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