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sexta-feira, fevereiro 11, 2005
Patinar no gelo
Em miúdo aprendi a andar de patins, à conta de umas tantas quedas, como manda a praxe. Depois passei para o skate mas nunca fui radical. Acho que sempre tive medo de cair. Nunca experimentei os patins em linha por muito estranho que pareça.


No Sábado, após ponderar os prós e contras, eu, o bebé e uma amiga lá nos decidimos por ir experimentar o ringue de patinagem no gelo em Belém. Aquilo não é propriamente gelo! São umas placas que permitem que os patins escorreguem, uma nova tecnologia segundo o DN (lol). O pior é que alem de deslizar para a frente, também deslizam para os lados. Lá é necessário fazer um esforço adicional para não fazer a esparregata.

Para começar, o bebé só conseguiu começar a andar de patins após um valente quarto de hora. É que nesse tempo cada vez que ele olhava para o ringue começava em prantos de riso, a gargalhadas despregadas, compulsivas, que contagiavam a mim e à nossa amiga. Isto porque ele, sempre que vê alguém a cair, começa por abrir os olhos e vê-se nele um esforço labial para não soltar uma gargalhada. Mais dois segundos e não aguenta. Se não conhece as pessoas, tem refugiar-se em algum lado, porque a gargalhada vem na mesma. Assim aconteceu uma vez em Sintra, onde uma espanhola se espalhou ao comprido no Castelo dos Mouros.

Depois lá íamos ganhando coragem com os patins e começando a andar sem estarmos agarrados ao corrimão que ladeia o ringue. O bebé caiu algumas vezes, mas sempre com grande estilo e sem se magoar. Quanto à nossa amiga, era um show, vê-la cair, digno de uma cena Matrix, em câmara lenta, começando por levantar os pés do chão e, quando se encontrava à altura da cintura, na posição horizontal, iniciava uma descida vertical embatendo no chão com tal força, que o cabelo estremecia.

Mas não julguem que eu fiquei a rir das quedas deles. Já no fim, quando já tinha recalcado os meus receios de quedas, eis que venho de uma ponta do ringue para a outra onde se encontrava a porta de saída, ganho balanço, sinto-me um ás e, sem perceber muito bem como, espalho-me de cu, pernas e braços. Deu-me um fim de semana cheio de dores. O que me valeu foi o Trifene 200 (Alguém mais que diga que isto é só para gajas que vou ter com a médica para me escrever um comprovativo para postar aqui!).
O meu bebé ainda hoje ri com a minha queda, mas sinto-me lisonjeado, pois, comigo senti o seu ar preocupado ao mesmo tempo que não conseguia parar de rir.
No entanto o oscar vai para a nossa amiga!

Um abraço,
Zoick
   
 
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