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Coisas que me irritam VII |
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Devo ser uma pessoa terrível, com os meus ódios de estimação, mas a verdade é que os tenho, uns pior que os outros, ainda por cima.
Hoje lembrei-me de postar sobre mais um quando vinha do metro para o trabalho. Mesmo à minha frente vinha um senhor, para aí com os seus 30 anos, uma gabardina que esconderia o seu melhor fato, cabelo penteado com gel e uns sapatos que deveriam reflectir o mais ínfimo pormenor luminoso. Vai daí, quando esta personagem começa a inspirar pelo nariz, fazendo um som gorgolante, encheu os pulmões de ar e a garganta de algo que nem atrevo a imaginar, abre a boca e, de um só segundo, expele aquilo que lhe atormentava no interior mais recondido. E lá vai, que nem um projéctil, direitinho à calçada portuguesa, o seu escarro. Posto isto, segue com um ar glorioso.
Irrita-me profundamente, aliás, enoja-me, que as pessoas cuspam para o chão. Não é questão de má educação. É mesmo falta de civismo.
Hoje vinha a pensar como seria bom lançar um feitiço nessas pessoas, de modo que quando ejectassem pela boca tais excrementos, estes, com efeito elástico, lhes saltassem para a cara, mesmo antes de chegarem ao chão!
Bastava uma vez para aprenderem. E viva Pavlov!
Um abraço,
Zoick
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