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Feira das vaidades |
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É assim que se chama o filme que fui ver ontem, em ante-estreia, no UCI.
A "Feira das Vaidades" fala-nos de amor, traição, sedução e liberdade. Estes quatro ingredientes todos misturados e remixados para atingir um objectivo principal: a personagem principal (Reese Witherspoon) ascende a pertencer à alta sociedade a todo o custo.
Fala-nos de amor, naquele que não se sabe que é e no qual se pensa que é. De amores trocados e cambiados por interesses materiais e emocionais, em personagens com formas de ver a vida diferentes.
Fala-nos de traição amorosa, familiar e social, sempre com um preço alto, o de ter um lugar ao sol.
Fala-nos da sedução paralela. São as duas seduções, do que está correcto e do que não está. Da escolha de maridos e da escolha de amantes.
Por fim, fala-nos de liberdade. Da fuga aos protocolos e normas. Da fuga de sentimentos enclausurados nesta época que é a de finais do século XVIII.
Quanto a este último ponto, julgo que o filme traz liberdades exageradas para a época, mas confesso que não tenho bases para debater este assunto.
A interpretação não está nada de especial, embora tenha o Jonathan Rhys Meyers (giro, não muito giro) e o James Purefoy (sexy) como actores.

A fotografia deixa a desejar.
O guarda-roupa está bom mas não vai ser nomeado a oscar.
A banda sonora... ups... nunca sou capaz de prestar a suficiente atenção para a comentar. Mas o Gattaca diz que é boa. Já a I. diz que não é nada de especial.
Concluindo, não é nomeação a Oscar, e de momento há melhores filmes, para aqueles que vêem 2/3 filmes por mês. Para os outros, vão ver e depois comentem.
Um abraço,
Zoick
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