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Coisas que me irritam II |
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Como já referi anteriormente aqui, as minhas viagens pelo Metro de Lisboa não me deixam bem humorado!
Desta vez, trago-vos à baila o caso das pessoas que se colocam em frente das portas do comboio, como de um pelotão de fuzilamento se tratasse, bloqueando a saída das pessoas que aguardam ansiosamente por sair.
Todos os dias isto se repete e todos os dias isto me irrita. Junto da porta, no cais, as pessoas que esperam por entrar, formam uma barreira, que, inicialmente, ainda dá espaço para duas pessoas, mas quando o fluxo, das pessoas que saem, começa a diminuir, as outras vão apertando o cerco, acontecendo, por vezes, à última pessoa a sair, ter que forçar, quase por desespero, a sua passagem pela barreira.
Ora, hoje, não sei se foi um momento de inspiração, não sei se foi a irritação do inicio de uma constipação ou até mesmo do ar das pessoas que me esperavam, avidamente, no cais, para interromper a minha passagem, que me inspirou a tomar a seguinte atitude:
Ao tentar sair e reparar que uma fêmea (uso este termos porque não sei se a trate por miúda, que já não tem idade para tal, ou senhora, faltando-lhe a maturidade) se põe de plantão à minha frente tal que nem um carro de combate decidido a levar a sua a avante. Eu, levanto os braços até à altura das suas mamas e devo ter feito uma cara de tarado sexual, de tal forma que a dita dá um berro e se atira para o lado... Passei e não olhei para trás. Não percebi se os comentários foram bons ou maus mas julgo que foi uma boa autodefesa!
Assim, continuei o meu caminho até ao trabalho, tranquilo e menos irritado.
Um abraço,
Zoick
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